Quase 70% desaprovam a governadora Rosalba Ciarlini

 A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) é desaprovada por 68,62% dos
entrevistados na recente pesquisa Certus/Nominuto. Outros 20,68% aprovam
a gestora do Democratas.

Não soube responder somou 9,99% e nenhuma resposta 0,71%.

A
avaliação da administração da governadora Rosalba Ciarlini é a
seguinte: 1,71% consideram ótima; 11,13% acham boa; 35,81% de regular;
16,41% de ruim; 30,67% opinam como péssima. Não soube responder somou
4,14% e nenhuma resposta 0,14%.
Foram realizadas 701 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas por
bairros, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução, renda e
zona.

A coleta de dados foi feita entre os dias 2 e 3 de junho
nas quatro zonas da capital. A pesquisa foi registrada no TRE com o nº
de protocolo RN-00019/2012.

Fonte: nominuto.com

 

Produção de grãos será reduzida em mais de 90%

O  Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou
ontem o nono levantamento da safra de grãos 2011/12 apontando que a
estiagem castigou a produção em geral no Brasil, com queda de 20,2 % em
relação à safra passada, ou seja, de 3,2 milhões de toneladas de
produtos, basicamente milho e feijão. No Semiárido, as perdas foram
superiores a 80%. Somente no Rio Grande do Norte, a redução ficou em
89,6% para o feijão e 91,9% para o milho. No Ceará, houve queda de 84,7%
e de 87%, respectivamente.

Segundo o Mapa, a forte estiagem registrada na região do Semiárido
nordestino causou perdas expressivas na pecuária e na agricultura. As
culturas de feijão e de milho se apresentam nas mesorregiões Litoral
Leste e Agreste do Rio Grande do Norte, Sertão e Alto Sertão da Paraíba,
Agreste de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Nordeste da Bahia.

OTIMISMO

Mesmo
com os números negativos, o Mapa trabalha com indicativos de que ainda
haverá safra nas áreas litorâneas, porque o período de plantio só se
encerra no  mês de junho.

Levantamento realizado pela Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab) aponta para uma safra de 161,23
milhões de toneladas de grãos no país, com um crescimento de 53,1% na
produção do milho segunda safra, o equivalente a 11,42 milhões de
toneladas (t), que terminou ajudando no desempenho do período.

Por
considerar que as condições climáticas favoráveis e o fato de a
colheita já ter se iniciado nos principais estados, o governo acredita
que a produção desta cultura, no próximo levantamento, seja ainda
superior à previsão atual. A produção total de milho, primeira e segunda
safras, é estimada em 67,79 milhões de toneladas, superando a de soja,
com 66,37 milhões de toneladas.

Apesar do crescimento da produção
de milho segunda safra e do impacto na produção total de grãos, o
estudo aponta retração de 1 % se comparado aos resultados da safra
2010/11 no mesmo período, quando atingiu 162,80 milhões de toneladas.
Esse resultado representa uma redução de 1,57 milhão de t.

O
recuo se deve, principalmente, às condições climáticas não favoráveis,
principalmente, no período entre 15 de novembro/2011 e 15 de
janeiro/2012, que afetaram mais as lavouras de milho e de soja,
sobretudo nos estados da região Sul, parte da Sudeste e no sudoeste de
Mato Grosso do Sul. Outro motivo desta diminuição foi a estiagem nos
estados nordestinos, que causou perdas em todas as culturas.

A
estimativa total de área plantada  no país é de 51,05 milhões de
hectares, 2,4% maior que a cultivada na safra 2010/11, de 49,87 milhões
de ha. Isto representa um aumento de 1,17 milhão de hectares.

Governo estuda reajuste do leite

O
diretor geral do Instituto Estadual de Assistência Técnica e Extensão
Rural (Emater-RN), Ronaldo Cruz, confirmou que está em discussão o
pleito dos pecuaristas do estado de reajuste de preços do leite
fornecido ao governo. Ele também disse que o Estado estuda a
possibilidade de comprar leite em pó para distribuir a idosos, nutrizes e
crianças carentes. A medida seria necessária por conta da quebra em 40%
do fornecimento do leite pelos dois consórcios contratados pelo Estado,
que não estão, segundo ele, dando conta da produção por causa da
estiagem: “O que não pode faltar é leite para os beneficiários do
Programa”.

Ronaldo Cruz diz que a cadeia produtiva do leite
defende o reajuste no valor de compra do governo para o programa, mesmo
que no fim de maio o preço tenha passado  de R$ 0,80 para R$ 0,83, por
decisão da governadora Rosalba Ciarlini.

Cruz explica que a
política de preços para o Programa do Leite, que é executada nos nove
estados do Nordeste e norte de Minas Gerais e no Espírito Santo, é
decidida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
(MDS).

Segundo Cruz, os preços praticados pelo governo são
direcionados a uma política de fomento “e o MDS está estudando um ajuste
de preços”. Porém, continuou ele, o preço não pode ser o mesmo de
mercado, como defendem os agropecuaristas.

Previsão de chuva não afasta pessimismo

A
expectativa do presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura
do Rio Grande do Note (Fetarn), Ambrósio Lins do Nascimento, não é
otimista com relação a produção agrícola na região leste do Estado,
mesmo que chova até agosto.”No Agreste já se sabe que, se houvesse
inverno, ainda era época de chuvas, mas, se chover agora, também não vai
amenizar a fome do pessoal dessa região”, disse Ambrósio Lins.

Mesmo
que chova nesses dois meses, o presidente da Fetarn ainda acredita que a
colheita da safra não chegue a 30% do plantio de mandioca e feijão,
típica da região Agreste: “Nas outras regiões a safra não chega a 10%”.


os agropecuaristas potiguares ainda esperam salvar até 60% do rebanho
bovino no Estado. Os meteorologistas da Emparn preveem que o inverno nas
áreas Leste e Litoranea do Rio Grande do Norte seja normal. O
presidente da Associação Norteriograndense de Criadores (Anorc), Marcos
Teixeira, acredita que “ha esperanças, agora, se não chover, só Deus
sabe como vai ficar”.

Marcos Teixeira estima que as perdas do
rebanho fiquem limitadas a 40%, uma vez que criadores de outras regiões
já estão alugando pastagens na região Agreste ou comprando bagaço de
cana-de-açúcar para “escapar” com o gado vindo da região semiárida, na
tentativa de amenizar os efeitos da estiagem. O obstáculo é o custo. O
bagaço de cana, que é desperdício para usina de açúcar e álcool ou é
usado para geração de energia, está sendo vendido a R$ 100,00 a tonelada
para os agropecuaristas darem como forragem para o gado. “Para fazer o
açúcar, as usinas compram a cana ao produtor por R$ 67,00 a tonelada”.

O
presidente Anorc disse que a associação de classe não tem força para
rever a situação de crise no setor agropecuário, provocado pela
estiagem. “É preciso força política para isso, o que não está existindo,
porque o governo está mais preocupado com eleição”. Ele também criticou
a informação de que o Governo vai adquirir “leite em pó para distribuir
às famílias carentes”, enfraquecendo ainda mais o setor.

O chefe
do Setor de Meorologia da Emparn, Gilmar Bristot, explicou que mesmo em
períodos normais de inverno, “sempre há ocorrência de veranicos” na
região Agreste entre fim de maio e começo de junho. No entanto, Bristot
informou que a partir do meio desta semana, “ocorra uma incidência maior
de chuvas, porque as condições no oceano e de vento estão normais.
Fonte: Tribuna do Norte

Pelé critica Neymar e espera que derrota faça a Seleção Brasileira acordar

A vitória do México sobre o Brasil, no último domingo, vai servir para a
seleção “acordar” e tratar de arrumar falhas antes dos Jogos Olímpicos
de Londres. A opinião é de Pelé, que apontou o posicionamento do
principal jogador da equipe, o atacante Neymar, com um dos erros
cometidos no amistoso em Dallas.

O Rei do Futebol revelou estar
otimista em relação a um bom desempenho da equipe na Olimpíada e elogiou
o trabalho de Mano Menezes. Mas diminuiu o entusiasmo criado pelas boas
apresentações nas vitórias recentes da seleção – nos amistosos contra
Dinamarca e Estados Unidos. “Nós realmente temos um time muito bom, mas
as duas vitórias foram atípicas porque com 15 minutos o Brasil já estava
ganhando, com gols (feitos) em cima das falhas dos adversários”,
analisou Pelé.

Para não ter falsas impressões, Pelé afirmou que a
aguardava o desempenho da seleção na partida contra o México,
considerado um teste mais confiável. “Foi bom ter acontecido a derrota,
veio em um momento importante. O time precisa de alguns acertos”,
comentou. Segundo ele, a grande dificuldade encarada pela jovem equipe
foi pela primeira vez sair atrás no placar.

Pelé também mandou
recado para o técnico Mano Menezes, visando o próximo jogo da seleção:
“Mesmo perdendo para o México, contra a Argentina tem de entrar com o
mesmo time”.

NEYMAR

A fraca atuação do
craque santista foi um dos problemas apresentados pela seleção na
derrota por 2 a 0 para os mexicanos O principal motivo, de acordo com
Pelé, é o posicionamento do atacante pela esquerda do campo e as funções
a ele delegadas.

“Com a habilidade dele, jogando no meio seria
mais fácil sair para o jogo, mas acho que ele ‘viciou’ em ficar no lado
esquerdo”, criticou Pelé, que disse já ter notado a mesma falha nos
jogos do Santos. “É inaceitável o Neymar ter que bater faltas e
escanteios na seleção. Assim, ele perde muito tempo longe das jogadas.
Tinha que ficar no rebote desses lances”, afirmou.

De olho no
encontro de sábado contra a Argentina, Pelé não evitou comparar o
brasileiro com Messi. “Tecnicamente, o Neymar é melhor e mais completo.
Só que Messi tem mais tempo de experiência internacional, já que joga no
Barcelona”.

Do Superesportes / DN oline

Carlos Eduardo sobe 10 pontos com o apoio de Wilma de Faria

O pré-candidato do PDT à Prefeitura de Natal, Carlos Eduardo Alves,
apareceu com 59,63% das intenções de voto na última rodada de pesquisa
da Certus/Nominuto realizada nos dias 2 e 3 deste mês. Ele subiu 10
pontos na pesquisa estimulada após ter recebido o apoio da
ex-governadora Wilma de Faria (PSB), que desistiu da disputa.

Na
pesquisa Certus/Nominuto divulgada em abril, Carlos Eduardo aparecia com
49,50% das preferências seguido por Wilma com 19,26% das intenções de
voto.

Sem Wilma de Faria, o deputado federal Rogério Marinho
(PSDB) assume a segunda posição na recente pesquisa com 9,84% das
citações. O deputado estadual Hermano Morais (PMDB) obteve 7,28% das
preferências e Fernando Mineiro (PT) ficou com 4,42% das intenções de
voto.

A atual prefeita Micarla de Sousa (PV) amarga a última
posição com 2,14% das citações, um pouco abaixo dos 2,43% da pesquisa de
abril. Segundo a Certus/Nominuto, nenhum dos candidatos somou 13,84%.
Não souberam responder totalizaram 2,85%.

A Certus buscou saber
se a posição do eleitor é definitiva ou pode mudar. De acordo com os
dados, 59,74% dos entrevistados disseram que “é definitiva”; 40,12%
admitiram mudar o voto; e apenas 0,15% não respondeu.
Foram realizadas 701 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas por
bairros, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução, renda e
zona.

A coleta de dados foi feita entre os dias 2 e 3 de junho
nas quatro zonas da capital. A pesquisa foi registrada no TRE com o nº
de protocolo RN-00019/2012.

Fonte: nominuto.com

TCE cobra de câmaras análises de contas de 68 municípios

O presidente da Primeira Câmara do Tribunal de Contas, conselheiro
Carlos Thompson Costa Fernandes, está cobrando dos presidentes das
Câmaras Municipais a remessa de cópias das atas de julgamento,
acompanhadas das correspondentes atas das sessões, relativas às Contas
Anuais do Município que tenham recebido parecer prévio do TCE e tenham
sido submetidas a julgamento da respectiva Casa Legislativa, concernente
aos exercícios de 2000 a 2010.

O conselheiro informou que a cobrança se deve à falta de atendimento por
partes de 68 Câmaras Municipais. Ele alerta que o Órgão de Contas
estabeleceu um prazo de 10 dias, a partir do recebimento do comunicado
enviado pelo Tribunal, na data de 27 de fevereiro de 2012, para a
remessa da documentação. Entretanto, 68 Câmara Municipais estão
devedoras de documentos ou com atas de alguns exercícios pendentes.

Diante da inadimplência, foi concedido um novo prazo improrrogável de
cinco diaspara o envio dos documentos requisitados. O prazo começa a ser
contado a partir do recebimento do ofício, remetido na manhã da
sexta-feira 01 de junho.

Carlos Thompson esclarece ainda que no caso de o Poder Legislativo
persistir inerte, sem remeter a documentação, o TCE irá comunicar a
omissão ao Ministério Público Estadual, bem como ao Ministério Público
Eleitoral para adoção das providências cabíveis no âmbito de suas
competências.

Relação das Câmaras Municipais que estão inadimplentes ou faltando documentação:

1.Antônio Martins

2.Areia Branca

3.Assu

4.Baía Formosa

5.Barcelona

6.Bento Fernandes

7.Boa Saúde

8.Bodó

9.Bom Jesus

10.Campo Grande

11.Caraúbas

12.Carnaubais

13.Coronel Ezequiel

14.Coronel João Pessoa

15.Doutor Severiano

16.Encanto

17.Equador

18.Felipe Guerra

19.Galinhos

20.Grossos

21.Guamaré

22.Ipanguaçú

23.Itajá

24.Jaçanã

25.Jandaíra

26.Janduis

27.João Câmara

28.Lagoa Dantas

29.Lagoa de Pedras

30.Lajes Pintada

31.Luís Gomes

32.Macaíba

33.Major Sales

34.Martins

35.Maxaranguape

36.Montanhas

37.Mossoró

38.Paraná

39.Paraú

40.Parnamirim

41.Passagem

42.Patú

43.Pedra Preta

44.Pendências

45.Poço Branco

46.Porto do Mangue

47.Pureza

48.Rio do Fogo

49.Santa Maria

50.São Bento do Norte

51.São Bento do Trairí

52.São José de Campestre

53.São José do Seridó

54.São Miguel

55.São Miguel do Gostoso

56.Senador Eloi de Souza

57.Serra Caiada

58.Serra de São Bento

59.Serra Negra do Norte

60.Serrinha

61.Severiano Melo

62.Tibau

63.Tibau do Sul

64.Touros

65.Várzea

66.Vera Cruz

67.Viçosa

68.Vila Flor
Fonte: nominuto.com

Comperve dispõe gabaritos de vestibulares a distância e Vagas Remanescentes

A Comissão Permanente do Vestibular(Comperve) divulgou nesse fim de
semana o gabarito dos Vestibulares a distância e Vagas Remanescentes.
Confira abaixo:

Vagas Remanescentes

Vestibular a distância

TRE-RN divulgará lista dos “fichas sujas” no início do mês de junho

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) vai
divulgar no início de junho, mês das convenções partidárias, a lista de
políticos e ex-gestores públicos que se encontram inelegíveis. A
maioria, ex-prefeitos e ex-presidentes de Câmaras Municipais, que não
tiveram zelo com a coisa pública e foram condenados por colegiado.

       A iniciativa da Corte Eleitoral tem por finalidade orientar os
partidos políticos a evitar a homologação de candidatos com problemas
insanáveis.  E uma forma de facilitar o trabalho da Justiça Eleitoral,
que aplicará a Lei da Ficha Limpa na hora do registro de candidaturas.

      Os fichas sujas vivem a expectativa da divulgação, uma vez que a
maioria ainda sonha disputar as eleições deste ano. Inclusive, muitos já
estão em plena campanha, ignorando os problemas que enfrentam na
Justiça.

 fonte: blog Portal da Serra

Comparativo Picapes Médias: S-10 x Amarok x Ranger x Hilux x Frontier x L200

Nosso primeiro comparativo de Pick-ups já começa com uma disputa entre 6 adversárias peso médio!!
Como já estamos acostumados, vamos à ordem das fotos:

Esquerda/Cima: Chevrolet S-10

Direita/Cima: ToyotaHilux
Esquerda/Meio: Ford Ranger
Direita/Meio: Volkswagen Amarok
Esquerda/Baixo: Nissan Frontier
Direita/Baixo: Toyota L200

O que temos a considerar desta vez é o desastre da leve reestiização da
Hilux e a superação da Ford, que enfim deixou pra trás o desenho
terrivelmente elaborado do modelo anterior da Ranger!


Já a Chevrolet fez bonito com a nova S-10, renovando depois de muito.. muito tempo, seu representante da categoria.

A Amarok é a primeira experiência da VW no segmento e não faz feio! A
L200 é a única com traços mais diferenciados e a Frontier apresenta,
assim como a representante da Toyota, um visual já cansativo.

Dessa vez, por estar lançando com exclusividade este post, antes do
lançamento da Ford Ranger no Brasil, não teremos nossa tradicional
tabela de comparação de medidas!

Eis, então, pra vocês, nossas imagens e, novamente, como de costume,
daremos nossas opiniões! Qual é a sua pick-up preferida? A minha, é a
representante da Chevrolet, seguida da Ranger e da Amarok!!

Mitisubishi L200 se destaca por ser a mais diferente!

S-10 com o novo estilo de grade dos atuais modelos da Chevrolet se
mostra imponente.”Gravatinha” dourada na traseira também é uma boa! A
frente da Hilux decepciona, e não pouco! ..a frente do modelo anterior
da Toyota era melhor! L200 com lanternas pequenas na traseira e uma
“cara de mal” na frontal.. bem robusta! Modelo da VW muito quadrado,
pouco atraente, mas ainda assim com uma certa imponência! Ford adotando
uma lanterna traseira na Ranger bem grandinha.. a frente ficou bem
bacana!! Visual da Frontier não desagrada mas também é possui muitos
traços retos.

Uma copiando a outra? Obviamente não são iguais, mas há semelhanças
significativas comparando as laterais de S-10, Ranger e Hilux!! Também
achou??

Painel do Ford é, talvez, o mais bonito, porém, peca no tamanho menor da
tela em relação aos concorrentes. E o volante é bem feinho! Mitisubishi
não tem muitos botões. VW mostra painel mais clássico para a categoria.
Chevrolet e Toyota com botões bem próximos. Destaque para as luzes
azuis da S-10 e sua “funcionalidade” circular. Nissan se mostra, também,
bem tradicional! Hilux muito quadrada..!!

 

Manejo sustentável é opção de renda na Caatinga

O
bioma predominante no semiárido potiguar, a caatinga – que no Rio
Grande do Norte ainda possui 53% de área remanescente – o que equivale
quase ao tamanho do estado de Alagoas) pode ser uma fonte de renda
permanente e lucrativa para o sertanejo. De forma legal e planejada, é
possível tirar o sustento do corte da vegetação nativa, seja para uso
residencial, da indústria ou do comércio, sem causar desmatamento e
erosão. Essa alternativa tem nome: manejo florestal sustentável.

“O
consumo de lenha em nosso país e, principalmente, no Nordeste é uma
realidade e tem que continuar existindo, mas é possível continuar
cortando lenha, de forma  legalizada, ordenada e sustentável”, afirma o
chefe da Unidade Regional Nordeste do Serviço Florestal Brasileiro,
Newton Duque Estrada Barcellos. Ele anunciou que, na semana passada, o
SFB,  órgão do Ministério do Meio Ambiente, começou a selecionar áreas
do Seridó e da Chapada do Apodi para implantar projetos de manejo
florestal comunitário na caatinga.
A prioridade serão os assentamentos rurais e a agricultura familiar. No
Seridó, o objetivo é legalizar o corte de lenha para uso da cerâmica
vermelha; e na Chapada do Apodi, para a indústria do cal. No Estado, a
expectativa da Unidade Regional Nordeste da SBF é de que o manejo
florestal comece a ser implantado a partir do segundo semestre deste
ano. Por ano, o consumo total de lenha no RN pelos setores industrial e
comercial, seja para o uso direto ou para a transformação em carvão
vegetal, é de 2 milhões de metros.

Atender essa demanda, de
maneira sustentável e legalizada, exige o manejo de uma área de 200 mil
hectares, segundo dados do SFB. Newton Barcellos explicou que o governo
federal já garantiu recursos da ordem de R$ 3 milhões para atender todo o
semiárido, principalmente, o RN e o Ceará, estados que possuem poucos
planos de manejo florestal sustentável. “Os planos que existem (em torno
de 25)”, afirmou Newton Barcellos, “estão restritos a grandes
proprietários”.

No Estado, do consumo anual, apenas 4% é legal,
segundo Newton Barcellos. Ou seja: 96% da caatinga é extraída
ilegalmente. Em praticamente todo o semiárido potiguar, o sertanejo
pratica, principalmente, na estiagem, o corte da vegetação nativa, seja
para matar a fome do rebanho, seja para comercializar a lenha ou mesmo
para uso doméstico  sem pensar no dia de amanhã.

A maioria dos
‘cortadores de lenha’, por instinto de sobrevivência, vai abrindo
clarões, mata adentro, em busca de plantas que possam produzir lenha e
carvão, sem dar condições de regeneração à esse bioma. No semiárido
potiguar, entre 2002 e 2009, a caatinga perdeu mais de 1,2 mil
quilômetros quadrados.

O monitoramento do Bioma Caatinga, feito
pelo Ministério do Meio Ambiente, mostra que antes de 2002 esse bioma já
havia perdido mais de 21,4 mil quilômetros quadrados. Segundo
Barcellos, o plano de manejo florestal sustentável   vai fomentar “uma
alternativa econômica, apesar da estiagem, e proteger o bioma caatinga”.
Dos biomas continentais brasileiros, presentes no Estado, a mata
atlântica abrange 6% e a caatinga, 94% do território.

Segundo
Newton Barcellos, o projeto visa o fomento, a promoção e o estímulo à
floresta de produção. Ele disse que “não se pode tratar o corte de
árvores da caatinga somente de maneira policial”. “A exploração
florestal precisa existir”, enfatizou o engenheiro florestal, “até
porque não há como chegar para quem trabalha com a lenha e dizer: agora
você deve mudar para o gás”.

No Estado, a indicação das áreas
para a implantação dos planos de manejo foi feita por dois órgãos – o
Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra/RN) e a
Secretaria Estadual de Assuntos Fundiários e Apoio à Reforma Agrária
(Seara/RN), a partir de edital publicado pelo governo federal. Concluída
a fase da seleção, a SFB vai abrir a contratação de assistência técnica
especializada por, no mínimo, três anos. A autorização de manejo é dada
pelo órgão ambiental estadual, no caso, o Idema – Instituto de
Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente.

Sem irrigação, produção ainda  é deficiente

Ao
percorrer onze municípios para a série “pelos caminhos da seca”, a
equipe da TN encontrou algumas plantações de palma, cactos que hoje é a
fonte de sobrevivência do gado. Alguns, como o agropecuarista Fernando 
Marinho, que durante 35 anos foi técnico da Embrapa, aplicam seus
conhecimentos e tecnologias no cultivo da palma irrigada. Mas, esses,
são poucos. Na grande maioria das terras, onde há há cultivo desse
cactos, sem ter acesso às tecnologias de irrigação, o sertanejo aposta
apenas na terra. Nem sempre a produção segura.

E
isso não acontece por falta de apropriação de novas tecnologias. Nos
últimos anos, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte
(Emparn) expandiu e aprimorou pesquisas em diversas áreas, entre elas, o
cultivo da palma adensada e irrigada, projeto inédito e pioneiro no
país. “Nos últimos dois anos”, destacou o presidente da Emparn, José
Geraldo Medeiros da Silva, “os resultados em relação à apropriação dessa
tecnologia são muito animadores”.

A Emparn desenvolve dois
projetos de cultivo em Cruzeta, na região Seridó; em Pedro Avelino
(terras Secas); e em Apodi. O cultivo, nos moldes do que é desenvolvido
pela Emparn – irrigação por gotejamento – consome o mínimo de água
possível (10 litros por metro linear), mantendo alta produtividade. A
pesquisa que vem sendo conduzida (ainda não foi publicada) mostra que
nesse sistema a eficiência da água é bem maior. Em outros plantios,
gasta-se, pelo menos, dez vezes mais.

Segundo José Geraldo, as
cactáceas, de modo geral, chegam a consumir de 100 a 150 litros de água
por quilo de matéria seca. Já as leguminosas gastam de 700 a 800 litros
de água por quilo. As gramíneas consomem de 250 a 360 litros de água. A
estimativa, disse ele, é de que esse sistema, de 50 mil plantas por
hectare, atinja uma produção de 137 toneladas de biomassa por hectare.

Em
Apodi, segundo José Geraldo, a palma miúda pode atingir uma produção de
400 toneladas de biomassa por hectare, e a palma gigante de 500
toneladas por hectare. José Geraldo disse que, associados a
concentrados, os cactos podem gerar uma boa produção de leite e engorda.
Ele citou alguns exemplos: ao se alimentar de 50 quilos de xiquexique,
em substituição à silagem de sorgo, uma vaca pardo-suíço chega a
produzir até 15 litros de leite/dia.  

Garrotes que se
alimentaram de 15 a 17 quilos de xiquexique ou mandacaru, associado a
sete quilos de silagem de sorgo e 1,7 quilos de concentrado ganharam em
torno de ½ kg de peso por dia.  Os resultados não são muito diferentes
no caso da palma. José Geraldo reconhece que, apesar da ampliação e do
avanço das pesquisas, a aplicabilidade é ínfima, porque “falta
sensibilidade ao governo para investir na aplicabilidade das pesquisas”.
“No caso das forragens”, citou o técnico, “o índice de adoção não chega
a 5%”.

Além do cultivo adensado e irrigado da palma, a Emparn
desenvolve pelo menos 20 produtos de pesquisa, entre os quais o de
produção e conservação de forragens; o manejo de capim elefante;  e o
melhoramento genético animal, uma possibilidade, segundo José Geraldo,
de alavancar, em nível de Estado, uma linhagem com alto grau de pureza e
produtividade.

Nordeste tem projetos bem avaliados

Em,
pelo menos três estados do Nordeste – Paraíba, Pernambuco e Piauí – a
relação preservação e renda deixou de ser antagônica, há anos. O manejo
florestal legalizado e sustentável da caatinga começou em 2006, com 13
projetos em Pernambuco e oito na Paraíba. Em Serra Talhada, no sertão
pernambucano, o manejo de seis mil hectares de caatinga está sob os
cuidados de 801 famílias de pequenos agricultores. Nesse estado, já são
18 assentamentos envolvidos no projeto. O investimento federal é da
ordem de R$ 500 mil, por dois anos de contrato.

“Lá os
agricultores já estão criando uma cooperativa”, destacou o chefe da
Unidade Regional Nordeste do SFB, Newton Barcellos. O manejo florestal é
feito com orientação de engenheiros florestais, contratados pelo SFB e
obedece a critérios definidos por estudos científicos, realizados ao
longo dos últimos 25 anos. A pesquisa resultou no livro “Uso sustentável
e Conservação dos Recursos Florestais da Caatinga”, de 2010.

Barcelos
explicou que o manejo leva em conta as características do bioma,
analisa qual o melhor tipo de corte com a finalidade de fazer a
vegetação crescer no menor tempo e fixa a proteção das árvores
protegidas pela lei, como a baraúna e a aroeira;  as frutíferas, como o
umbuzeiro; as utilizadas na alimentação do gado, como a quixabeira e as
integradas à cultura popular, com destaque para o juazeiro. Além disso,
20% da área sob manejo é mantida em reserva legal.

A área
destinada ao manejo é dividida em 15 unidades. Apenas uma dessas poderá
ter sua madeira cortada no ano. Depois, a mata desse lote ficará
intocável por, no mínimo, 14 anos. “É o tempo suficiente para que a
vegetação desse talhão se regenere”, explicou Newton Barcelos. Ao
autorizar o manejo florestal, o Idema emite o documento de origem
florestal (DOC) para a comercialização da madeira e faz a fiscalização
anual, antes de depois do corte.

Ministério propõe ações para a recuperação do solo degradado

Em
Natal, na última quinta-feira, 31/05, o ministro da Agricultura, 
Abastecimento e Pecuária (Mapa) Mendes Ribeiro Júnior adiantou que
discutirá com a governadora Rosalba Ciarlini um pacote que prevê ações
para a recuperação do solo. “Vamos discutir o projeto e ver locais onde
precisamos de sementes e de calcário para poder recuperar o solo”,
afirmou Mendes Ribeiro. Até 2020,  o Ministério da Agricultura quer
recuperar 15 milhões de hectares de áreas de pastagens degradadas em
todo o país, em especial no semiárido.

O Brasil possui cerca de
30 milhões de hectares de áreas de pastagens em algum estágio de
degradação, com baixíssima produtividade para o alimento animal. O uso
correto de tecnologias e de boas práticas agropecuárias torna possível
reinseri-los ao processo produtivo. O calcário é utilizado como insumo
agrícola para correção do solo.

O projeto de incentivo à
aquisição de calcário, que está previsto no Plano Safra 2011/12 e no
Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), já foi iniciado
em outras unidades da federação. O solo degradado é consequência da
perda de sua capacidade física e química (fertilizantes) de continuar
produtivo, o que o impossibilita de reter gás carbônico (CO2). Além do
empobrecimento do produtor rural, a degradação ambiental impõe elevados
custos à sociedade.

Calcário na agricultura

Com
o tempo, o solo degradado vai se acidificando e é necessária uma dose
de reforço, que vem exatamente com o uso do calcário. Além de corrige a
acidez do solo, o calcário fornece nutrientes, como o cálcio e magnésio.

O uso desse insumo permite que se preservem áreas tanto na produção de grãos, quanto para pastagem. 
Fonte: Tribuna do Norte

México bate Brasil por 2 x 0 e tira invencibilidade dos canarinhos

Em seu terceiro amistoso nas duas últimas semanas, a Seleção Brasileira
tomou um duro choque de realidade, ao perder para o organizado time do
México, por 2 a 0, em Dallas, nos Estados Unidos.

Ao contrário
dos últimos jogos (contra Dinamarca e Estados Unidos), o time de Mano
Menezes teve pela frente uma equipe que aliava qualidade técnica com
organização tática (principalmente defensiva) e não soube sair da
arapuca criada pelo técnico dos mexicanos para Neymar, Oscar e Hulk,
principais referências ofensivas do Brasil.

Primeiro tempo

O
técnico do México fez muito bem seu dever de casa. Com o adversário
forte pela esquerda através de Neymar e Marcelo, os mexicanos povoaram a
área, deixando sempre um marcador na sobra e abafando o talento do
principal jogador brasileiro.

Além de marcar bem pela esquerda, o
México também impedia a Seleção de desenvolver o jogo pelo meio, com
Oscar, e pela direita, através de Hulk. Com uma marcação cerrada, os
mexicanos conseguiam armar contra-ataque atrás de contra-ataque.

No
único lance que o atacante do Porto teve a bola em seus pés, deu um
belo passe para Leandro Damião, que marcou o gol, invalidado por
impedimento.

Foi em um deles, aos 21 minutos, que saiu o primeiro
gol. Gio Dos Santos recebeu nas costas de Danilo e tentou um
cruzamento. A bola fez a curva, enganando o goleiro Rafael Cabral e indo
para o fundo das redes brasileiras.

Com o gol, o ritmo do jogo
ficou ainda mais intenso, pouco lembrando um amistoso. O árbitro poderia
dar amarelos em alguns lances, como para Sandro e para Salcido.

Nervoso,
Juan cedeu à pressão do resultado adverso e acabou marcando pênalti
bobo em Dos Santos. Chicharito Hernández, do Manchester United, bateu e
fez seu 26º gol pelo México em 36 partidas disputadas.

Dois gols
atrás do placar, a Seleção passou a se aplicar mais. Neymar tentou
algumas jogadas pela esquerda, mas seguiu bem marcado. Oscar, de fora da
área, teve a melhor chance do Brasil no primeiro tempo.

Segundo etapa

Quase
anulado na primeira etapa, Neymar começou o segundo tempo centralizando
as jogadas, auxiliando Oscar na criação de jogadas e tentando novas
alternativas, como chutes de fora da área.

Em situação mais
confortável, o México se retraiu e tentou jogar nos contra-ataques. Sem
resultado com a mudança de posicionamento, Mano Menezes colocou de uma
vez só Lucas e Pato, tirando Sandro e Damião.

Curiosamente, com a
entrada do atacante do Milan, Neymar passou a insistir nas bolas
centrais, especialidade de Leandro. Enquanto isso, Danilo pedia mais
jogadas pela direita.

Hulk, isolado por aqueles lados, apareceu apenas para bater bela falta, defendida por Corona.

Como
a derrota provisória já não era ruim o suficiente, o capitão Thiago
Silva machucou o joelho e virou dúvida para o jogo contra a Argentina. O
garoto Bruno Uvini entrou em seu lugar. Pouco depois, Pato perdeu gol
feito após jogada de Hulk.

No fim, gritos de “olé” por parte da
torcida que lotou o Cowboys Stadium e uma briga entre Neymar e Meza. Fim
melancólico para a pior atuação do Brasil em 2012.

MÉXICO x BRASIL

Amistoso internacional

Local: Cowboys Stadium, Dallas (EUA)
Data/hora: 03/06/2012 – 16h06 (de Brasília)
Árbitro: Silvio Petrescu (CAN)
Cartões amarelos: Marcelo, Neymar (BRA), Salcido, Meza (MEX)
Gols: Dos Santos (21′ do 1º tempo), Chicharito (31′ do 1º tempo)

MÉXICO:
Corona, Severo, Meza (Jiménez), Moreno e Salcido; Nilo, Zavalo, Barrera
(Andrade) e Guardado (Reyna); Giovani dos Santos (De Nigris) e
Chicharito (Lugo) Técnico: José Manuel de la Torre

BRASIL:
Rafael Cabral, Danilo, Thiago Silva (Bruno Uvini), Juan e Marcelo;
Sandro (Lucas), Rômulo e Oscar (Casemiro); Hulk (Wellington Nem), Neymar
e Leandro Damião (Pato) Técnico: Mano Menezes
Fonte: NOMINUTO.COM